Munique em crise: os falsificadores estão causando estragos no centro da cidade!
Os falsificadores causam agitação em Munique: a polícia entra em ação enquanto uma exposição destaca a história da falsificação.

Munique em crise: os falsificadores estão causando estragos no centro da cidade!
Um grupo de falsificadores está causando agitação no centro de Munique. A polícia já está no encalço dos fraudadores, mas não consegue impedir que Irmi Bartl receba uma nota falsa de 500 euros. Infelizmente, estes incidentes não são novos, uma vez que continuam a aparecer falsificações na capital bávara, pondo em perigo a confiança dos cidadãos na moeda.
ARD Mediathek relata que...
No Viktualienmarkt, a operadora de estandes Elfi Pollinger tem planos de alugar seu quiosque. Isto levanta as preocupações do seu colega Xaver Bartl, que teme pelo seu futuro. Ao mesmo tempo, Sandor Malek, um falsificador inteligente, mostra seu lado charmoso e convence Moni Riemerschmidt a sair para jantar com ele, enquanto Irmi passa um tempo planejado com Felix Kandler, em quem ela está de olho.
Desafios atuais no distrito
Há uma certa agitação no distrito devido à antecipação da mudança. Além disso, o policial Gerlinde está irritado com dois caminhões que o gerente do local, Honiger-Sepp, estaciona na zona proibida. Esses pequenos dramas fazem parte da vida cotidiana no animado centro da cidade de Munique, onde o desafio de manter a ordem é frequentemente posto à prova.
A gangue de Sandor Malek é ativa e distribui notas falsas aos comerciantes no mercado atacadista. Estas atividades fraudulentas também têm uma dimensão histórica. Uma análise da história mostra que a falsificação tem sido um problema há séculos. A exposição na Giesecke & Devrient, que mostra notas falsas de 200 anos, ilustra isto de forma impressionante. Entre as exposições está a falsificação mais antiga, um desenho a lápis austríaco de 1805.
Merkur relata que...
Da invenção à falsificação
A história da falsificação é antiga. O talentoso falsificador Günter Hopfinger, cuja carreira começou em 1950, inicialmente fez experiências com emblemas de veículos antes de ser enviado para a prisão e descobrir seu talento artístico. Suas primeiras falsificações com aquarelas e lápis de cor lhe trouxeram certa fama. Em 1975, ele havia colocado em circulação mais de 80 mil exemplares, mostrando quão criativo e perigoso pode ser o mundo dos falsificadores.
Outro exemplo de falsificações históricas são os chamados “superdólares” que surgiram na década de 1990. Essas falsificações representam um desafio até mesmo para os melhores especialistas, porque podem replicar muito bem alguns recursos – mas muitas vezes não todo o design. A exposição “Real ou Falso?” pode lançar muita luz sobre esse assunto e está aberto aos interessados de segunda a sexta-feira.
Tais conhecimentos sobre a história e os antecedentes do dinheiro falsificado não têm apenas aspectos educativos, mas também um grande significado cultural. A vida quotidiana em Munique sempre foi um caldeirão de pessoas e histórias, que se combinam para criar uma narrativa perspicaz - que mostra quão profunda é a rede do crime e quão forte é o empenho da polícia e dos cidadãos curiosos na luta contra estas maquinações.